
sábado, 25 de dezembro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Gostei de conhecer estes blogs



Uva Bar
R Alameda dos Vidoeiros 455, Campinas-SP
Trata-se de uma caixa de papelão, contendo uma bolsa plástica com o vinho dentro. Daí o nome "Bag in Box".
Bag-In-Box ou BIB
domingo, 17 de outubro de 2010
Cerveja Paulaner Salvator
Paulaner Salvator Long Neck. Cerveja alemã. Esta é a precursora das cervejas bock dupla, fabricada por monges no século XVI, para sustentá-los durante os quarenta dias de abstinência já que não podiam ingerir alimentos sólidos ou para comemorar o aniversário de sua antiga inspiração, dia de São Francisco de Paula, em 2 de abril. Os monges a chamaram de cerveja do Santo Pai, em latim, Sanct Pater que passado para a língua alemã e corrupções posteriores dos dialetos locais levaram ao “Salvator”, conhecido.
Após 1700 a cidade de Munich havia se expandido para mais perto do monastério e alguns barris da cerveja festiva dos monges chegaram, inevitavelmente, às tavernas locais, fazendo com que a cidade tivésse conhecimento sobre a excelente qualidade da cerveja. Atualmente a Paulaner é a única cervejaria do mundo licenciada para fabricar a Salvator Beer. Conteúdo 330ml (vidro). Cerveja importada da Alemanha.
Fabricante/Fornecedor: Ikmat Dist Bebidas Ltda
Fonte:http://www.imigrantesbebidas.com.br/produto/386/Cerveja+Paulaner+Salvator+Long+Neck+330+ml, este site é muito bom, tem bebidas, alimentos etc...estou sempre visitando.
Um clássico da Paulaner e que ostenta reputação mundial. Uma cerveja muito nutritiva, consumida pelos monges da Paulaner como o "pão líquido" durante o jejum da Quaresma. De baixa fermentação, uma cerveja forte, de cor vermelha escura e com pronunciado aroma de malte.
Fonte: http://www.brejas.com.br/cervejas/alemanha/Paulaner-Salvator/, muito bom este site.
sábado, 25 de setembro de 2010
Ceveja interessante!!!
A Cervejaria Backer lançou à artesanal mineira, a Medieval é uma breja no estilo belgian blond ale com a assinatura do festejado mestre-cervejeiro Paulo Schiaveto, que com a produção confirma-se como um craque na arte de fazer cerveja. Sua coloração é dourada translúcida, e o creme é denso e razoavelmente consistente e persistente, deixando marcas perenes nas laterais da taça.
O aroma muito frutado volatiza deliciosas notas de cravo, cascas de laranja, tutti-frutti, fermento, malte adocicado, grama, além de um discreto floral lupulado. No sabor, o doce do malte aparece mais evidente, incluindo também sensações frutadas, picantes e levemente cítricas. A carbonatação é na medida certa e o final é longo e doce, deixando ainda, no retrogosto, uma sensação levemente alcoólica que não se percebe na degustação propriamente dita.
E o ritual do rompimento do lacre de cera, o que influi na cerveja? No aroma e no sabor, coisa alguma. Mas é um prodígio de marketing quando é feito no bar lotado. Nas mesas contíguas à cena, as conversas são interrompidas e todos pregam os olhos na breja sendo aberta. Macumba, despacho? Não, é uma cerveja especial sendo servida. Tiro e queda: a freguesia desata a pedir a Medieval, só pra presenciar a cerimônia.
Já para os degustadores familiarizados com as cervejas especiais e até mesmo para os colecionadores (são diversos modelos de tampinhas ilustradas com símbolos planetários medievais), a pantomima nem é necessária: A Backer Medieval é uma senhora breja.
Fonte: http://www.brejas.com.br/blog/22-06-2009/medieval-2299/
quarta-feira, 21 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
VINHO DO PORTO
Alguns esclarecimentos sobre os estilos de vinho do Porto:
Porto Branco: ideal para aperitivo, elaborado a partir de uvas brancas,pode ser seco, doce ou muito doce, geralmente não tem longo envelhecimento em barricas
Porto Ruby: de cor intensa, encorpado e muito frutado, geralmente tem média três anos de envelhecimento em carvalho, aromas de frutas vermelhas e negras maduras, compota e especiarias;
Porto Tawny: cor aloirada, aromas delicados de baunilha e frutas secas, como nozes e amêndoas, é resultado da mistura de vários vinhos, de diversas safras,
Porto LBV: é um Ruby de safra única, selecionado por sua elevada qualidade. Engarrafado após 4 a 6 anos de estágio em barricas, tem cor rubi intensa, é encorpado e muito frutado.
Porto Colheita: é um Tawny de uma só colheita que envelheceu em cascos por um período mínimo de 7 anos.
Porto Vintage: considerado por muitos o rei dos vinhos do Porto. Elaborado com uvas de um único ano, sendo engarrafado dois a três anos após a colheita. Pode evoluir por décadas, mas encanta em qualquer fase de sua vida.
Vinhos do Porto e sua harmonização
Ao contrário do que possa parecer, o vinho do porto não é utilizado somente como vinho para aperitivos ou após as refeições, mas nos permite estabelecer diversas harmonizações.
Vinho do Porto Vintage e sua harmonização
O vinho e o queijo parecem ter sido feito uma para o outro.
Um bom exemplo é uma clássica e magnífica harmonização: queijo da Serra da Estrela (queijo feito com leite cru de ovelha, cremoso e com forte personalidade) com o Porto Vintage.
Vinho do Porto LBV (Late Bottled Vintage) e sua harmonização
Um vinho fortificado com ótima estrutura, harmonia e equilíbrio, pode ser oferecido durante uma refeição, também é um vinho de qualidade elevada proveniente de uma só colheita. Uma ótima opção é experimentá-lo com outro prato, intercalado com outros vinhos.
Vinho do Porto Tawnies 10, 20, 30,40 anos e sua harmonização
Outra opção é servi-lo como cocktail, o excelente e refrescante "long drink" que é o Porto branco, água tônica (em iguais proporções), cubos de gelo e uma rodela de limão.
Fonte
domingo, 11 de julho de 2010
Cervejas Eisenbahn
Antes escrever o post, gostaria de saber o que faço, pois os comentários que recebo; eu publico, depois de aprovar, mas não querem aparecer aqui no post. alguém saberia me dizer o que fazer?
Este fim de semana degustei as 2 cervejas da ponta
Eisenbahn é uma rara combinação de tradição, talento e tecnologia.
A família que fundou a cervejaria visitou as melhores cervejarias do mundo, na Alemanha e na Bélgica, e trocou informações com os mestres cervejeiros desses pequenos fabricantes. Para cuidar da produção do precioso líquido, trouxe um mestre cervejeiro alemão com 30 anos de experiência, formado na mais conceituada universidade de cervejeiros do mundo, a Weihenstephan, na Alemanha.
A matéria prima utilizada no processo de produção vem dos melhores fornecedores do mundo. Através de um processo automatizado de fabricação - único entre as cervejarias artesanais - produz cervejas de qualidade consistente, sempre seguindo a tradição e a paixão que marcam as melhores cervejas do mundo. Com receitas centenárias e desenvolvidas para harmonizar com pratos bem elaborados, contribui para uma experiência gastronômica mais rica.
Clique aqui e conheça a trajetória da Eisenbahn
A Eisenbahn Pilsen foi desenvolvida para agradar a todos os paladares, pois a cerveja tipo Pilsen é a mais conhecida no Brasil e também a mais consumida no mundo.
É uma cerveja clara puríssima do tipo Lager, de baixa fermentação, suavemente amarga e de médio teor alcoólico (4,8%).
De coloração dourada, a Eisenbahn Pilsen traz em cada copo o verdadeiro sabor das cervejas de puro malte. Suas principais características são a pureza, transparência e sabor, que não tem comparação entre as Pilsen nacionais, lembrando muito as importadas alemãs.
A cerveja Lager é historicamente mais recente que as Ales, tendo sido difundida a partir de seu berço, a cidade de Pilsen na República Tcheca. Para sua fermentaçãosão utilizadas leveduras que resultam noprocesso chamado de baixa fermentação,ou fermentação a frio.
Temperatura ideal para degustar: 2 a 4 graus
Dourada, leve e saborosa. É a primeira cerveja orgânica do Brasil, feita com ingredientes sem agrotóxicos e fertilizantes sintéticos. Embalagem com 6 garrafas de 355ml.
É um produto certificado pelo IBD - Instituto Biodinâmico, que fiscaliza e certifica produtos orgânicos no Brasil de acordo com normas internacionais.
Temperatura ideal para degustar: 2 a 4 graus
A Eisenbahn Weizenbier é uma cerveja de trigo leve e refrescante. Com textura e corpo mais densos, é admirada pela mistura perfeita dos cereais. E como não é filtrada, conserva em cada copo o fermento utilizado no processo de fabricação, ganhando cor e um sabor sem igual.
As Cervejas de Trigo são de alta fermentação e são muito consumidas no sul da Alemanha, onde são produzidas algumas das mais conhecidas marcas do mundo. Para desenvolver a Eisenbahn Weizenbier, nosso Mestre Cervejeiro foi desvendar em Munique os mais antigos segredos do engarrafamento deste tipo de cerveja. O resultado é uma cerveja deliciosamente sem igual.
Temperatura ideal para degustar: 3 a 5 graus
Fonte
Eisenbahn Pale Ale ( gostei)
Eisenbahn Pale Ale é uma cerveja de coloração âmbar, de paladar e amargor mais encorpados e complexos e com teor alcoólico de 4,8%. É muito parecida com as Ales belgas e a temperatura ideal para seu consumo é entre 3 e 5 graus. A Eisenbahn é uma das únicas Pale Ale brasileiras - uma jóia rara para os apreciadores das melhores cervejas.
O termo Pale Ale, que significa uma Ale Palha, ou clara. Foi criado na Inglaterra para descrever as cervejas mais claras da época, que tinham cor de cobre. As cervejas do tipo Ale representam a melhor tradição européia, especialmente as belgas e inglesas.
As Ales são cervejas de alta fermentação ou fermentação a quente, que realça os sabores mais complexos, frutados e lupulados deste tipo de cerveja. São mais vigorosas e encorpadas e têm características variadas, sendo doces ou amargas, claras ou escuras.
Temperatura ideal para degustar: 3 a 5 graus
Eisenbahn Dunkel
Cerveja do tipo Lager, de baixa fermentação, a Eisenbahn Dunkel leva em sua receita cinco tipos diferentes de maltes importados. O resultado é uma cerveja marcante, com um aroma incomparável que apresenta notas de torrefação e de café.
Temperatura ideal para degustar: 3 a 5 graus
Harmonização
Cervejas são versáteis e diversas em estilo, sabor, aroma, corpo, cor, amargor, acides, teor alcoólico, entre outras características. Essa diversidade nos permite ter grandes experiências tanto complementando quanto contrastando com os sabores da comida.
2 - Combine sabores semelhantes: procure unir doce ao doce e ácido ao ácido. Harmonize uma levemente ácida Weizenbier com um Ceviche (peixe marinado no limão). Pato com molhos adocicados (de frutas e/ou redução de vinhos) combina bem com Doppelbock, Bock, Weizenbock e Cream Stouts (doces).
3 - De vez em quando ignore as dicas anteriores e faça novas experiências. Teste o contraste de sabores (Stout com ostras), assim como novas formas de complementação. Você vai se surpreender com o que pode descobrir.
4 - Se você é conhecedor de vinhos, pense em uma Ale escura como um vinho tinto e em uma Lager clara como um vinho branco. Pense em cervejas de alto amargor como vinhos bem ácidos ou com bastante taninos.
5 - Gosto é subjetivo. Cada pessoa percebe sabores e aromas de uma forma muito particular. Não fique restrito a regras. Se estiver bom pra você, relaxe e aproveite. Mas esteja sempre aberto a sugestões.
6 - Em um "Beer Dinner" (jantar com cerveja), procure servir as cervejas e pratos mais leves primeiro, crescendo em peso e intensidade no decorrer da refeição, para que as mais encorpadas não façam com que as leves pareçam “aguadas”. O mesmo vale para cervejas secas (amargas) e doces. Comece pelas secas.
7 - Carbonatação: o CO2 presente na cerveja tem a capacidade de limpar os sabores fortes e gordurosos da comida e deixar sua boca pronta para a próxima garfada, como se cada uma fosse a primeira. Prove uma Dunkel com uma costela ou feijoada e verá o resultado. O CO2 refresca o paladar e concentra os aromas da cerveja, fazendo-os chegar ao seu nariz.
8 - Amargor: o amargor estimula o apetite e é o contrapeso para o açúcar residual deixado pelo malte. Com uma função parecida com a da carbonatação, o amargor tem a capacidade de limpar o paladar, cortando a gordura e os sabores de pratos pesados. Prefira pratos apimentados e gordurosos com cervejas de alto amargor, como as IPA (India pale Ale), Pale Ale e Amber Lager.
9 – Identifique o elemento mais forte. Procure encontrar no prato o ingrediente de sabor e aroma mais intenso. Ele pode ser a carne, o molho ou o acompanhamento. Combine a cerveja com esse elemento mais forte.
10 – Evite cervejas muito alcoólicas com pratos apimentados. O álcool intensifica a força da pimenta.
11 – Dois sabores iguais presentes no prato e na cerveja, quando combinados, tem a sua percepção reduzida. Cerveja defumada combinando com prato defumado diminui a percepção de defumação em ambos. Prato doce com cerveja doce diminui a percepção adocicada em ambos.
12- Cervejas doces e sabores torrados: cervejas com bastante açúcar residual (Bock, Weizenbock, Barley Wine, Cream Stout) combinam com pratos com molhos adocicados e molhos agridoces, presentes na comida chinesa, por exemplo. Cervejas feitas com malte torrado apresentam sabores de torrefação, parecidos com o de um café expresso (Schwarzbier, Dunkel, Stout). Esses sabores combinam perfeitamente com comidas grelhadas e com sobremesas de chocolate.
13 - Cerveja com sobremesa: a cerveja certa pode combinar maravilhosamente bem com sobremesas. Imperial Stouts (açúcar residual, malte torrado), combina bem com chocolates meio amargos. Kriek belga (cerveja feita com cereja, frutada) combina bem com sorvete de baunilha ou com cheesecake.
SUGESTÕES DE HARMONIZAÇÃO COM EISENBAHN
Dunkel - Feijoada, carne de porco com molhos com frutas; chucrute,carnes assadas, combinações doces e salgadas, lingüiças , frango assado, peixes encorpados, molhos funghi e comida Chinesa.
Weizenbock - Pato, carne de cervo, carne de vitela, goulash.
Weizenbier - Comidas mexicana, tailandesa, indiana e chinesa; salsicha de carne de vitela branca com mostarda doce; carne de porco assada, frutos do mar ao vapor e lagosta.
Pilsen Orgânica - Valem as mesmas sugestões que acompanham a cerveja Pilsen.
Rauchbier - Pratos com carnes assadas, peixes defumados e carnes defumadas. Produzida especialmente para harmonizar com charutos.
Weihnachts Ale - Combina com carne de carneiro, de porco e de gado. Também com peru grelhado ou assado. É perfeita para a ceia de Natal.
Eisenbahn Strong Golden Ale - Combina com massas com molhos pesto ou de mexilhões, com frutos do mar, comida indiana, tailandesa e ostras.
Lust - Ideal como aperitivo ou acompanhando entradas e sobremesas.
sábado, 26 de junho de 2010
Hoje degustamos duas cervejas
Referência mundial no estilo doppelbock. Uma rica e complexa delícia da mais antiga cervejaria de trigo da baviera. Ingredientes selecionados cuidadosamente, fermentação especial em tanques abertos, assim como a fermentação e maturação na garrafa, garantem o sabor distinto desta autêntica cerveja de trigo alemã. Grad.Alc.: 8,2% Conteúdo: 500ml.
Cerveja de Trigo Schneider Weisse Tap 1 Mein Blondes
Fabricada conforme a lei de pureza da Baviera e premiações internacionais!Por sua coloração de mel clara e brilhante, ficou conhecida como Mein Blondes, em português: Minha Loira.
A Cerveja de Trigo Mein Blondes foi elaborada com fermentação superior segunda fermentação na garrafa, esta cerveja tem uma espuma compacta e estável,é refrescante, pura, harmoniosa e aveludada. Deixa na língua o aroma típico de cravo, no final, fica a sensação efervescente com um fino e delicado amargor.
Harmoniza bem com pratos típicos alemães como salsichas e carne de porco assada, assim como com frutos do mar e lagosta.
Os queijos recomendados são os macios tipo brie e camembert.
-Tipo de Cerveja: De trigo não pasteurizada, com segunda fermentação na garrafa.-
-Temperatura para apreciação: 6-8°C.
Você sabia?O "Bayerischen Reinheitsgebot" ou "Lei da Pureza da Baviera" foi instituído em 1516 pelo Duque da Baviera Ludwig X que teve como objetivo regulamentar a produção de cerveja. A partir de então, as cervejarias só poderiam utilizar malte, lúpulo e água, portanto só ingredientes naturais. Como já naquela época se sabia, sem levedura nenhuma cerveja pode ser fabricada, portanto a levedura também sempre fez parte dos ingredientes autorizados, mesmo não estando por escrito. Somente em 1918 em Berlim, esta lei recebeu o devido valor e foi transformada em "Deutschen Reinheitsgebot" ou "Lei da Pureza Alemã".
PREMIAÇÕES INTERNACIONAIS :
- Medalha de Prata no Australian Beer Awards 2009
- Medalha de Ouro no Australian Beer Awards 2008
- Medalha de Prata no Australian Beer Awards 2006
Cerveja de Trigo “Minha Loira” - Clara e brilhante, antiga Weizen-hell
- Classificação: Cerveja de trigo não filtrada e não pasteurizada
- Elaborada de acordo com a receita original de Georg Schneider de 1872 na cidade de Kelheim, no Estado da Baviera na Alemanha.
Outra cerveja
Conheça as Cervejas Bruge e suas características
Características:Tipo: Ale
Teor Alcoólico: 4,0% vol.Composição: 02 tipos de malte de cevada, lúpulo aromático, fermento ale e água mineral.Aroma: frutado.Espuma: branca e de média duração.Sobre a cerveja:Uma cerveja deliciosamente encorpada, equilibrada, com aroma frutado, elaborada com quantidade superior de malte, fermento ale especial, lúpulos aromáticos e água mineral. Cerveja tipo belga de alta fermentação, não filtrada e refermentada na própria garrafa, guarda consigo sedimentos e leveduras, o que confere um sabor realmente especial. Não contém adjuntos ou aditivos químicos.Combinações: com carnes brancas, frutos do mar, salmão e massas leves
Características:Tipo: Bitter
Teor Alcoólico: 5,5% vol.Composição: Blend de malte, lúpulos aromáticos e de amargor, fermento ale, água mineral.Aroma: floral, frutado e malte tostado.Espuma: clara e de média duração.Sobre a cerveja:Cerveja forte com sabor de lúpulo bem balanceado possui coloração cobre e baixa carbonatação. Deve ser servida em temperatura entre 7º e 12ºC. Por não ser filtrada carrega sedimentos do malte e leveduras. Não contém adjuntos ou aditivos químicos.Combinações: com carnes de carneiro e embutidos.
Tipo: Weizenbier
Teor Alcoólico: 5,5% vol.Composição: Maltes de cevada, malte de trigo, lúpulos aromáticos, fermento ale e água mineral.Aroma: levemente frutado, aroma de cravo e bananaEspuma: clara e de alta duração.Sobre a cerveja:Uma cerveja leve e refrescante especial para o verão possui aroma frutado de banana e cravo. Cerveja tipo Weizenbier de alta fermentação, não filtrada, levemente turva, refermentada na própria garrafa conservando sedimentos e leveduras. Não contêm adjuntos ou aditivos químicos.Combinações: com peixes, frutos do mar e comida asiática.
2 - Degustamos a Cerveja Bruge Bitter Ale
A Bruge Cervejaria, localizada na Estância Hidromineral de Águas de Lindóia, interior de São Paulo, foi fundada em 1987 por Itamar Coelho, porém na época o nome fantasia era Cerveja D'KAZA, permanecendo no mercado até 1996.
Revivendo as tradições a variedade de paladares e opções disponíveis, a Bruge é considerada uma cervejaria gourmet com produção limitada.
A cerveja não é filtrada e é feita de puro malte, isenta de quaisquer adjuntos e aditivos químicos, sem injeção de gás, refermentada na própria garrafa e elaborada somente com a água mineral da estância.Seu objetivo não é o consumo em massa, mas os consumidores gourmet, conscientes de distinção e qualidade.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Lavando taças facilmente
Estava pesquisando, achei no site vinhosdobrasil.com.br, como lavar suas taças, achei muito legal.
Toda aquela louça delicada, taças de cristais, para lavar. Foi pensando nesse problema que a CasaBella criou esta inteligente esponja.
Ela é feita exclusivamente para limpar taças de vinhos e espumantes.
A parte arredondada da esponja em forma de curvas de copos de vinho tinto e branco, enquanto a outra ponta atinge o fundo de taças de champagne. Além disso, existe um pequeno slot na esponja para limpeza das bordas de vidro rápida e fácil remoção de manchas de batom. Fibra de um lado para o vinho ou marcas d'água e da celulose sobre o outro para a limpeza geral. Seguro para todos os tipos de vidro e cristal fino. Fabricado na E.U.A.. Medida 7 ½ polegadas W x 1 ¾ polegadas maior no. Vendido como um conjunto de dois pacotes. Cada embalagem contém duas esponjas. preço: $9.95!
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Fui no Excelênia
Hoje estive na Excelência Vinhos, distribuidora na região de Campinas, fui abastecer minha adega.
E ainda tem azeites de oliva .
Converse com a Ana: 19 3294-9594. - Rua Nuporanga,40 - chac.daBarra -13.o90-713 -Campinas
Eu adoro ir lá no Excelência, Ana logo que eu ligo já conhece minha voz, o Walter o dono é super simpático, ele me ensina com muita paciência os tipos de vinhos, com que comida combina, ele me dá uma aula, e eu anoto tudo.
Se puderem vão até lá, eu que não conheço nada ele ensina a comprar vinhos bons e baratos.
Vale uma visita!!!
segunda-feira, 24 de maio de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Meu drink
terça-feira, 6 de abril de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
domingo, 28 de março de 2010
Achei legal a idéia!!!
No site http://www.vinhosdobrasil.com.br/blog.php?post=59 achei esta idéia, gostei muito.
Tudo que você precisa é uma taça de vinho, uma vela e um pedaço de cartolina. O site Das Rote Paket vende o kit por $ 11,90, mas garanto que você consegue fazer em casa por menos de 5 reais. Uma ótima dica de decoração para seu jantar!
segunda-feira, 22 de março de 2010
sábado, 20 de março de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
Copos de cerveja
As taças com a marca Bohemia são feitas de vidro soprado, uma a uma. Sua produção é tão artesanal que é comum encontrar peculiaridades em cada unidade, como pequenas bolhas ou diferenças mínimas de altura e capacidade. Elas têm 17,5 cm de altura, 6cm de diâmetro e comportam 390ml de cerveja. E a logomarca de Bohemia é feita em puro ouro, mais uma prova da nobreza deste produto exclusivo.
As taças com a marca Confraria têm formato diferenciado, específico para cada tipo de cerveja, e são feitas de vidro soprado, uma a uma.Sua produção é tão artesanal que é comum encontrar peculiaridades em cada unidade, como pequenas bolhas ou diferenças mínimas de altura e capacidade.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Toalha que não mancha
Pesquisando, achei uma coisa super interessante, ao derramar vinho na toalha, não será mais problema e sim diversão.
A dona do blog http://kristinebjaadal.wordpress.com/duk/ , Kristine Bjaadal, inventora da tolha Underfull.
Visitem!!!
domingo, 7 de março de 2010
Vinhos
Estrear na degustação de um bom vinho não é tarefa simples. Mas também está longe de ser a complicação que muita gente pensa.
Existem muitas opções, é verdade, e talvez isso dificulte um pouco a escolha.Mas algumas informações básicas são suficientes para você identificar se aquela garrafa linda vale mesmo cada centavo que estão cobrando por ela.
O acerto é uma questão que combina as variáveis comprar, guardar, servir e saborear na medida ideal.
Parece complicado? Pense na famosa cervejinha: se você é um apreciador, sabe identificar quando a loira é das boas, não sabe?
Com o vinho é basicamente a mesma coisa. Quanto mais você provar, mais irá aprender.
Aqui, montamos um manual básico para você iniciar a prática e não errar na escolha.
1. Em primeiro lugar, apague da memória aquele tabu de que os vinhos mais velhos são os melhores. Nem sempre isso é uma verdade.
A regra é válida para vinhos sofisticados, como Bordeaux, Barolos e Riojas e, mesmo nesse caso, atende um limite de tempo. É recomendável não levar nada que tenha sido produzido há mais de quatro anos, pois só os grandes vinhos sobrevivem há mais tempo e, iniciando no assunto, você nem tem o paladar aguçado para saborear as notas que eles oferecem.
2. Sendo assim, prefira uma garrafa da safra mais recente, principalmente se for um vinho branco. Também examine bem a garrafa antes de comprá-la. O nível do líquido nunca deve estar abaixo do normal, e a rolha deve estar em boas condições.
3. Uma boa tática é observar a garrafa contra uma luz amarela. Se o vinho branco estiver muito dourado e um tinto estiver muito acastanhado, quer dizer que a bebida está sofrendo oxidação. Ou seja, as características visuais, olfativas e gustativas do vinho são alteradas pelo contato com o ar. A cor fica mais escura e a acidez menos acentuada
4. Se você não dispõe de uma adega climatizada para armazenar o vinho, guarde a garrafa em um lugar da casa que seja arejado, de pouca luminosidade e com pouca variação de temperatura.
5. As garrafas devem ser colocadas deitadas, evitando o ressecamento das rolhas, que vedam a entrada na embalagem.
Os vinhos brancos são colocados na parte inferior e os tintos, na superior, pois resistem melhor às temperaturas mais altas.
E nada de exageros: caso não conheça ainda um determinado vinho, leve apenas uma garrafa e, depois de experimentá-lo e aprová-lo, volte para buscar mais.
6. Compre sua bebida em locais que ofereçam uma boa variedade de rótulos e que garantam a rotatividade de estoque. Isso reduzirá as chances de escolher um vinho oxidado.
Prefira fazer a compra nos setores de bebidas dos grandes supermercados, lojas especializadas ou vá direto as importadoras.
Ir até as vinícolas, quando o vinho for brasileiro, traz boa garantia de qualidade na conservação e preço mais acessíveis.
7. Não se impressione com o rótulo dos vinhos caríssimos. Pode apostar nos mais baratos também. Para encontrar aqueles com ótima relação qualidade versus preço, leia com atenção as informações do rótulo.
No caso dos brasileiros, atente para a palavra reserva , que é uma denominação dada a um vinho de qualidade no mínimo mediana.
O bom francês tem a anotação AOC (appellation d origine controlée), um indicador de que foi produzido na região descrita no rótulo de acordo com as regras exigidas por lei.
Nos italianos, a sigla é DOC (denominazione di origine controllata) ou DOCG (denominazione di origine controllata e garantita).
Vinhos de mesa franceses (vin de table) são sofríveis, fuja deles. Em qualquer caso, é recomendável não levar nada que tenha sido produzido há mais de quatro anos.
8. Outro clichê posto abaixo é a velha regra do vinho branco com peixe e os tintos com carnes.
O que conta é harmonização da bebida com a comida. Um prato delicado pede vinho leve, frutado.
Já aqueles que levam molho mais elaborado exigem a companhia de algo mais encorpado. Comidas agridoces combinam com vinho menos seco, enquanto frutos do mar são um convite à bebida mais ácida daí os espumantes secos caírem tão bem com as ostras.
9. Para facilitar a busca da uva ou da mistura de cepas adequada a sua ceia, leia o contra-rótulo das garrafas, que sugere pratos e descreve algumas qualidades marcantes do vinho em questão.
10. As clássicas combinações regionais também contam pontos. Vinhos produzidos num determinado local estão historicamente relacionados aos seus pratos típicos.
Assim, a comida da italiana Toscana é o par perfeito para vinhos Chianti.
E a parrillada argentina faz dupla com um tinto Malbec.
11. Mas os opostos também se atraem. Queijos salgados, como roquefort e gorgonzola, e vinhos doces do tipo late harvest (também chamado de colheita tardia) fazem uma ótima parceria.
Já o adocicado e mais gorduroso ementhal pede um branco ácido, como um sauvignon blanc ou gewurztraminer.
12. Às vezes a regra é válida. Os portugueses costumam dizer que bacalhau não é carne nem peixe, é bacalhau. Então, siga a tradição: vá de tintos com pouca acidez e pouco tanino, como os portugueses da região da Bairrada ou o vinho verde (branco ou tinto).
13. Mas a idéia principal, seja você iniciante ou não, é esquecer a obediência cega às regras: o gosto pessoal é o mais importante. Experimente.
A seguir, você confere um glossário com os principais tipos de uva, suas características e combinações mais comuns.
Mas, como dizem os bons apreciadores da bebida, são apenas sugestões -- e, como tal, podem muito bem ser contrariadas pelo seu paladar.
Uvas para vinhos tintos
Alicante (ou monastrell, mataro, mourvèdre): espanhola, essa uva também é conhecida como Monastrell, em outras regiões da Espanha. Produz bons vinhos, secos e equilibrados, com sabor marcante de frutas vermelhas, como cereja, amora, framboesa. No sul da França, essa mesma uva é conhecida como Mourvèdre. Geralmente é misturada a outras uvas, como shyrah, grenache e cinsault.
Países: França, Espanha e Austrália
Harmonização: carnes, sopas, chouriço e salame.
Queijos amarelos e pães salgados.
Barbera: típica do Piemonte, noroeste da Itália é uma das variedades mais cultivadas do país. Resulta em vinhos leves, ideais para o dia-a-dia do verão e da primavera. Tem exemplares escuros e frutados, com alta acidez.
Países: Itália (Piemonte), Estados Unidos (Califórnia) e Argentina.
Harmonização: massas com molho de tomates frescos, queijos amarelos (gruyére itálico), carnes leves e aves.
Cabernet Franc: originária da região Bordeaux, na França, é mais leve e com menos taninos que a cabernet sauvignon, amadurecendo mais cedo.
É muito usada junto a outras uvas, como a cabernet sauvignon, merlot e petit verdot.Países: França (Bordeuax, Loire), Argentina, Austrália, Estados Unidos (Califórnia) e Nova Zelândia
Harmonização: uma boa opção para sanduíches e refeições rápidas. Vai bem com carnes leves, aves defumadas e sopas.
Cabernet Sauvignon: resultado do cruzamento cabernet franc com a sauvignon blanc, a cabernet sauvignon é considerada a rainha das uvas.
É a mais difundida em todo o mundo e responsável pelos melhores rótulos do planeta. Aparece em grandes vinhos de Bordeaux (Latour, Mouton-Rothshild, Lafite, Latour, Margoux, entre outros). Aposte nos Cabernet Sauvignon com safra acima de 4 anos, pois eles precisam de um tempo de amadurecimento no produtor, a fim de afinar os taninos agressivos, e dar corpo ao vinho. Aí sim aparece o valor da variedade, sua estrutura, seu corpo, seus aromas de cassis e ameixas pretas, tabaco, tons de cacau, baunilha. Enriquece quando misturada à merlot, cabernet franc, shiraz, petit verdot ou malbec.
Na Austrália geralmente é mesclado ao shiraz. Produz os melhores tintos do Brasil e do Chile.Países: França (Bordeaux), Estados Unidos (Califórnia), Chile, Argentina, Austrália, África do Sul, Itália e Brasil.
Harmonização: carnes vermelhas, goulash, strogonoff, souflés de queijo e batatas; carne seca com purê de mandioca.
Carmenère: hoje pode-se dizer que trata-se de uma uva chilena, mas é originária de Bordeaux, na França, e aparece também na Califórnia e na Argentina.
Seus vinhos não devem ter consumo imediato, pois antes de três anos estarão desequilibrados devido à acidez e aos taninos agressivos.
País: ChileHarmonização: carnes vermelhas, feijoada e assados.
Não deve ser utilizada para acompanhar pratos com molho de tomate ou pratos leves e saladas.
Malbec: sua terra hoje é Mendoza, na Argentina.
Embora, seja originária de Bordeaux, onde é muito tânica e usada somente misturada a outras cepas. Garrafas que apresentam safras menores do que três anos abrigam vinhos desequilibrados, com álcool, acidez e taninos acentuados.
Países: França, Argentina e Chile
Harmonização: carnes vermelhas, churrasco, feijoada, e queijos fortes.
Não combina com saladas, defumados, queijo gorgonzola, nem molhos à base de tomates.
Merlot: seu berço de produção é em Bordeaux, na França, mais precisamente em Saint-Emilion, da onde nascem os famosos Chateau Cheval Blanc e Chateau Petrus.
Espalha-se por todo o mundo, com destaque para os produzidos no Chile, Califórnia e Nova Zelândia.
Pode desenvolver aromas de chocolate e frutas vermelhas maduras quando colhidas com a maturação correta.
Países: França (Bordeaux), Norte da Itália, Estados Unidos, Chile, Austrália, Nova Zelândia, Argentina, Brasil.
Harmonização: faz boa dupla com carnes, caças e aves, exceto o frango e queijos amarelos.
Também combinam com carne de porco, batatas, mandioca frita e ervilhas.
Nebbiolo: originária do Piemonte, na Itália, é a mãe dos melhores e mais valorizados tintos italianos: Barolo e o Barbaresco. São bebidas intensas, frutadas, com alta acidez, o que torna obrigatório seu envelhecimento. Esses sim, quanto mais velho, melhor.
Geralmente, espera-se no mínimo quatro anos para abrir uma garrafa
País: ItáliaHarmonização: assados (coelho, javali, vitela) com molhos expressivos (rôti e funghi).Periquita: produz o mais famoso vinho de Portugal, fora o Porto. Leva o mesmo nome de Periquita.País: Portugal
Harmonização: aves e assados de carne suína (pernil e lombinho). Tortas salgadas, de queijo, frango com catupiry, bacalhau ou palmito.
Pinot Noir:
Uva típica da Borgonha, produz os vinhos mais admirados do mundo. Os exemplos mais clássicos são os renomados (e caros) vinhos de Romanée-Conti, Volnay, Clos de Vougeat e outros tantos da Borgonha. A uva também faz parte da receita que compõem os vinhos da Champagne.
Países: França, Califórnia, Chile, Itália, África do Sul. Harmonização: perfeito para aves, caça, vitela, javali e carna suína. Carnes vermelhas bem preparadas e queijos
Sangiovese: é a base dos grandes vinhos da Toscana, boa parte da Úmbria, e Lazio (próximo a Roma), como Chianti, Brunello di Montalcino e Vino Nobilo de Montpulciano.
Países: Itália, Estados Unidos e Argentina
Harmonização: salada de radicce com tomates ao vinagrete de ervas, capeletti in Brodo, ossobuco e risoto Milanês, terrine de pato, fettuccine com almôndegas e molho de tomates ou uma pizza ao molho de tomates.
Syrah/Shiraz: trazida para o Ocidente, criou raízes "modernas" no sul da Borgonha e na Provence (França), onde é conhecida como uva do Rhone, que resulta vinhos de coloração intensa, bem encorpados e aromas de frutas vermelhas. Hoje casta principal dos Côtes-du-Rhône, do famoso Chateauneuf-du-Pape, e dos Côtes-de-Provence. É responsável pelos grandes rótulos da Austrália.
Países: França (Rhône), Austrália, África do Sul e Argentina
Harmonização: carnes, aves e queijos amarelos, fondues, crepes e soufflés.
Tannat: original de Bordeaux (França), hoje é a variedade que reina no Uruguai, altamente tânica e com perfume de amora e framboesa.
Países: Uruguai e França.
Harmonização: pato assado, presunto cru ou cozido, pizza margherita ou calabresa. Costela no bafo ou um prato de frango assado, com polenta e agrião.
Tempranillo: considerada a melhor uva tinta espanhola, cultivada nas regiões de Rioja e Ribeira del Duero. Resulta um vinho colorido, com baixa acidez, pouco tânico e que envelhece bem no carvalho que lhe confere aromas de tabaco.
Países: Espanha, Portugal e Argentina
Harmonização: carnes grelhadas
Uvas para vinhos brancos
Chardonnay: tem origem nas regiões de Champagne e Borgonha (França), mas hoje está espalhada pelo mundo todo por sua facilidade de cultivar e vinificar. É usada na produção de clássicos de alta qualidade e reputação na Borgonha, como Chablis, Montrachet e Poully-Fussé, além de ser um importante ingrediente do champanhe.
Países: França (Borgonha), Estados Unidos (Califórnia), Austrália, Nova Zelândia, Chile, África do Sul, Argentina, Brasil
Harmonização: peixes leves, carne branca, pratos simples e saladas. Ou mesmo acompanhando frutas e queijos num final de tarde de outono.
Chenin Blanc: original do vale do Loire (norte da França), já próximo do Atlântico, responsável pelo famoso Vouvray, dá vinhos secos ou doces
Países: França (Loire), EUA, África do Sul (conhecida como steen), Austrália e Nova Zelândia.
Harmonização: peixes leves, carne branca, pratos simples e saladas, sendo uma boa pedida para fondues de queijo.
Gewürztraminer: famosa uva branca da Alsácia (nordeste França), já na fronteira com a Alemanha. A palavra alemã "gewürz" significa aromático, temperado e "würz" quer dizer tempero, especiarias. Daí a produção de vinho frutado, muito aromático, com sabor complexo.
Países: França (Alsácia), Alemanha, Itália, Chile, África do Sul, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia.
Harmonização: comida regional da Alemanha e da Alsácia, como um kassler (carré de porco) com repolho roxo maturado, batatas cozidas amanteigadas e purê de maçãs. Queijos brie e camembert, com geléias de pimenta e torradas são outras boas combinações
Muscat (Moscato e Moscatel): usada para vinhos secos na Alsásia e para espumantes italianos do tipo Asti Espumante e Moscato Bianco, esta uva é plantada no mundo todo é própria de vinhos doces perfumados.
Países: França (Alasácia), Portugal, Espanha e Itália
Harmonização: bolos e doces
Pinot Gris: uva da família pinot noir do nordeste e leste da França. No norte da Itália é a Pinot grigio. Produz vinhos brancos leves, jovens e secos na Itália e mais ricos e perfumados, na região francesa da Alsácia.
Países: França (Alsácia), Itália, Alemanha, Hungria e Nova Zelândia
Harmonização: acompanha bem saladas e pratos leves, queijo de cabra e bruschetta.
Prosecco: encontrada na região de Vêneto, na Itália, resulta em espumantes frescos, frutados, com pouco acidez.
Países: Itália, Brasil
Harmonização: com canapés, saladas, mousses salgadas e salmão fresco ou defumado e comida japonesa.
Riesling: considerada a melhor uva branca do mundo ao lado da chardonnay. Original do vale do Reno, na Alemanha (Baden) e na França (Alsácia), produz vinhos com acidez elevada e teor alcoólico baixo, aromas delicados e florais.Os melhores riesling são encontrados na Alemanha.
Países: Alemanha, Áustria, Austrália, Nova Zelândia, França (Alsácia) e EUA.
Harmonização: comida alemã, como salsichas, batatas souté, carré de porco, kassler, chucrutes, maionese de batatas e arenque. Saladas, queijos amarelos, frios, cogumelos, salmão fresco ou defumado e aspargos.
Sauvignon Blanc: Apresenta acidez aguda e aromas frutados. Uva de ótima qualidade, também é comparada a chardonnay.
Países: França (Loire, Bordeaux), Nova Zelândia, Chile, Áustria e África do Sul.
Harmonização: peixes, ostras, carne branca, pratos simples e saladas.
Fonte:http://www.minhavida.com.br/conteudo/1099-Isso-sim-e-vinho-bom.htm?utm_source=news_mv_receita_f&utm_medium=09_12_28&utm_term=destaque&utm_content=2utm_campaign=vinho
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Cervejas
Minha amiga Lisa dos ( EUA), me indicou este site :
http://netserv6.siteseguro.ws/ecommerce_site/produto_46108_704_Cerveja-DeuS
A suavidade única desta cerveja começa nos elegantes contornos de sua garrafa. É de cor clara, dourada, brilhante, efervescente e com bolhas extremamente minúsculas, sendo coroada por um colarinho branco. Seu aroma é extremamente complexo, desenvolvendo fragrâncias de maçãs frescas, hortelã, tomilho, gengibre, malte, pêras, lúpulo, pimenta-da-jamaica e cravo-da-índia. Seu sabor também é complexo, mas refrescante e delicado, não deixando transparecer sua graduação alcoólica elevada. Inicialmente sente-se seu suave contato com a língua para então sentir suas características de espumante. Seu final é graciosamente seco com características adstringentes. Desfrutar uma DeuS é uma experiência única, inesquecível.
Ela é bem baratinha!!!!
Por volta de R$159,90
Família: Ale
Tipo: Strong Ale (Bière de Champagne)
Embalagem: GarrafaVolume: 750 ml
Graduação Alcoólica: 11,50% vol
Ingredientes: água, cevada, lúpulo e fermento
Temperatura Sugerida: 4 °C
Origem: BélgicaFabricação: Bélgica
Outras Informações: este é um dos mais novos tipos de cervejas que surgiu nos últimos tempos. Estas cervejas começam seu processo de fabricação na Bélgica e posteriormente passam por um longo processo de maturação na região de Champagne, França, onde sofrem a remuage e descarga, um processo para remover o fermento da garrafa conhecido por "methode de champenoise".
Estas cervejas geralmente são delicadas, de alto teor alcoólico e de carbonato. Sua cor pode variar de um amarelo claro até cores escuras. Tipicamente são envasadas em garrafas de 750 ml estilo champagne.
A DeuS já foi premiada internacionalmente diversas vezes, como por exemplo, com a medalha de prata na Beer World Cup de 2002. A cervejaria está nas mãos da família Bosteels por mais de 200 anos e sete gerações. Evarist Bosteels fundou a cervejaria em 1791 no vilarejo de Buggenhout, na região dos Flanders, onde encontra-se até os dias de hoje. Para melhor apreciar esta cerveja, armazene-a em um local fresco e escuro.
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