terça-feira, 15 de setembro de 2009

Bebidas III



Estados Unidos
Quando falamos de vinho e Estados Unidos, a Califórnia é o destaque, tendo em vista ser o local onde a cultura foi implantada pelos missionários franciscanos e que com o tempo foi se tornando característica dessa região. As primeiras videiras da California foram plantadas por volta de 1780 e permaneceram como base da vitivultura Californiana por um bom tempo. As principais regiões que se estabeleceram como produtoras de vinho , permanecem até hoje, Sonoma e Napa Valley. Existem outras regiões produtoras mas de menor importancia que são igualmente conhecidas. A qualidade e riqueza de seus vinhos está se tornando caracteristica marcante e isso tem repercutido em todo mundo. As peculiaridades dos vinhos californianos vem criando vários admiradores com o passar dos anos. Outra característica da região é a grande variedade de uvas encontradas na California devido ao grande número de produtores. As cepas mais plantadas são a Chardonnay e Cabernet Sauvignon, mas existem outras uvas como a Zinfandel e a Syrah que tem marcado grande presença na composição de alguns produtores com Cabernet e Merlot.

Austrália
Produz vinho há muito tempo, mas a revolução de qualidade começou há cerca de 30 anos. A colonização começou com prisioneiros, mas, logo, o país atraiu imigrantes europeus que começaram a semear videiras e a fazer vinhos. Esses vinhateiros procuraram principalmente as zonas mais frias do sul na Austrália Meridional, Nova Gales do Sul e Victória, onde se concentram hoje as grandes vinícolas. Segundo o "The Oxford Companion to Wine", a indústria vinícola começou a se estabelecer efetivamente no sul do país de 1820 a 1840. Por volta de 1870, o setor já era importante e a produção chegava a 8,7 milhões de litros. Vinte anos mais tarde, Victoria, sozinha, já produzia o dobro dessa quantidade. A phyloxera chegou à ilha em 1877 e fez com que Victoria perdesse a liderança para a Austrália Meridional. A praga permaneceu em Victoria, mas nunca chegou às zonas de Austrália Meridional e Nova Gales do Sul. Hoje, 164 mil hectares produzem 1,38 bilhões de litros de vinho, colocando a Austrália na sexta posição entre os produtores mundiais. O consumo interno está em torno de 22 litros por habitante. Os pioneiros levaram para o solo australiano uvas européias de qualidade, as vitis-vinifera. Na Austrália não há uvas não-viníferas ou híbridas. Encontramos apenas as grandes cepas da Europa, notadamente da França. A Syrah, rebatizada como Shiraz, ainda é a mais importante entre as tintas, mas a Cabernet Sauvignon está avançando. Entre as brancas, a Sémillon ainda é a mais difundida, mas os progressos feitos pela Chardonnay são impressionantes. Essas são as principais, mas encontramos também outras cepas, inclusive algumas de Portugal, usadas nas imitações de Porto.

Nova Zelândia

A vinicultura na Nova Zelândia começa em 1819 com a plantação das primeiras cepas, mas só no final dos anos 60, portanto há menos de 50 anos atrás, é que a industria vinícola começou a se modernizar e produzir vinhos de qualidade. É o país produtor mais meridional do Hemisfério Sul e as regiões produtoras estão principalmente na Ilha Norte, que concentra 70% da produção e onde são elaborados os melhores Pinot Noir da Nova Zelândia. Na Ilha Sul, a região de Marlborough ganhou fama mundial com a produção de excelentes vinhos brancos da cepa Sauvignon Blanc, que rivalizam com os melhores vinhos da região francesa do Vale do Loire.

África do Sul
No início de sua produção encontrávamos vinhos inexpressívos que não encorajavam o consumo . Hoje essa situação está diferente e a África do Sul elabora vinhos de alta qualidade que competem em concursos internacionais. Os vinhos com a uva Chardonnay são bem equilibrados, com aromas minerais e estilos marcantes. A Chenin Blanc é a uva branca mais plantada no país, mostrando a grande presença de vinhos brancos de qualidade. A uva emblemática da África do Sul é a Pinotage, resultado do cruzamento de Pinot Noir e Cinsault. No início produzia vinhos tintos desagradáveis e vulgares, mas a partir de 1990 renasceu como casta original, com a elaboração de vinhos de boa qualidade e agora é plantada em grande escala. Os grandes produtores estão elaborando vinhos de grande corpo, aromáticos e muito saborosos. As castas tintas mais plantadas no país são a Cabernet Sauvignon, a Shiraz, a Pinotage e a Merlot.

Argentina

A Argentina é o maior produtor e consumidor de vinhos dos paises que formam o bloco do chamado Novo Mundo e o produtor mundial. É também o 12º em consumo, tendo chegado à 90 litros per capita ano. Atualmente o consumo está por volta de 30 litros/ano. Esta queda acentuada no consumo obrigou os vinicultores a buscarem mercados internacionais para distribuir sua produção. Foi à partir daí que se processou uma verdadeira revolução na produção de vinhos na Argentina. Os vinicultores passaram a importar mudas de cepas européias, mais nobres, mudando o plantio dos vinhedos e também investindo significativamente em tecnologia de produção. A maior região produtora Argentina é Mendoza. Cerca de 90% do vinho fino para exportação é produzido nesta região que possui um clima extremamente favorável e saiu na frente na corrida pela modernização. A uva Malbec é sem dúvida a que melhor se adaptou ao clima quente de Mendoza, produzindo vinhos de ótima qualidade.

Chile

A história do vinho no Chile começou no Século XVI, junto com os conquistadores espanhóis e já em 1548 as primeiras cepas chegavam ao país. O Chile é sem dúvida nenhuma um país de grande importância para a vinicultura do mundo. Por ter sido poupado da praga da filoxera que se instalou em todos os vinhedos da Europa por volta da metade do Século XIX, passou a ser um grande exportador de mudas para os países por ela atingidos. A modernização da viticultura no Chile começou por volta dos anos 1850 com a importação de mão de obra de especialistas desempregados da França por conta da praga, melhorando muito a qualidade do vinho como um todo. As regiões vinícolas chilenas começam no norte pelo Vale de Elqui, passando por Limarí, Aconcagua, Casablanca e San Antonio. O vale de Maipo, bem próximo da capital Santiago, é o mais tradicional. Ao sul de Santiago estão os Vales de Cachapoal, Colchagua, Curicó, Maule, Itatata, Bio Bio e Malleco. Apesar da Carmenere ser a cepa emblemática do Chile, a Cabernet Sauvignon ainda é a mais plantada, correspondendo a 36% do vinhedo do país e produzindo vinhos magníficos. >

Uruguai

Os melhores vinhedos do Uruguai estão concentrados nas imediações da capital Montevidéu, na região de Canelones e em pontos isolados dos Departamentos de San José e Colônia. No norte do país, junto à fronteira com o Brasil, em Rivera na região de Cerro Chapéu, são produzidos vinhos de excelente qualidade. A maioria das Bodegas uruguaias são pequenas e familiares. 90%das propriedades tem área inferior a 5 hectares. No entanto, a preocupação com a qualidade é muito grande e os vinhedos com uvas viniferas representam hoje 70% das videiras do país. A uva emblemática do Uruguai, que se adaptou muito bem na região, é a francesa Tannat, que produz vinhos ricos em taninos e faz com que a sua adstringência combine perfeitamente com a suculência do churrasco uruguaio.

Alemanha

Há alguns anos atrás os vinhos brancos alemães, de garrafa azul, invadiram os supermercados brasileiros e vendidos a preços muito baixos. Eram vinhos sem qualquer qualidade e açucarados, mas de certa forma tiveram sua função, qual seja de habituar o brasileiro a beber vinho. No entanto, atualmente a Alemanha investe muito na qualidade, colocando seus vinhos brancos entre os melhores do mundo. A cepa branca Riesling, a mais plantada do país, produz vinhos de grande estrutura aromática, com acidez presente, bom corpo e muito longevos. As regiões vinícolas estão concentradas no oeste e no sul do país junto aos rios Reno, Mosel e seus afluentes, com vinhedos plantados nas encostas dos vales, onde a posição em relação à insolação é fator determinante da qualidade dos vinhos produzidos. A Alemanha é o 8º produtor mundial com cerca de um bilhão de litros/ano e um consumo per capita de 24 litros.

Brasil

As primeiras mudas de videira chegaram ao Brasil em 1932, trazidas por Brás Cubas, na comitiva de Martim Afonso de Souza. Mas foi só na 2ª metade do Século XIX, com a chegada dos imigrantes italianos na Serra Gaúcha, que a vinicultura tomou impulso. Hoje, os municípios de Bento Gonçalves, Garibaldi e Flores da Cunha, localizados na Serra Gaúcha concentram a maior parte da produção nacional de vinhos. Outras regiões merecem destaque especial:- Campanha Gaúcha, junto da fronteira com o Uruguai, nos municípios de Santana do Livramento, Bagé e Candiota. Campos de Cima da Serra, na região de Vacaria, no norte do Rio Grande do Sul. Vale do São Francisco, na fronteira da Bahia e Pernambuco, com vinhedos irrigados e duas colheitas anuais. Planalto Catarinense, a mais nova área vinícola brasileira, com importantes investimentos nos municípios de São Joaquim e Bom Retiro.

França

A França é o maior produtor de vinhos do mundo, com 5,74 bilhões de litros/ano (2004). Para falar sobre vinhos é preferível citar as regiões, pois cada uma tem sua característica, tipicidade e "terroir".

Principais regiões vinícolas da França:

Bordeaux, Borgonha, Champagne, Vale do Loire, Alsácia, Vale do Rhône, Provence, Languedoc-Roussillon e Sudoeste.

Bordeaux: É o maior vinhedo da França. Nesta região são produzidos a maioria dos vinhos mais caros do mundo tornando uma das mais famosas regiões vinícolas.

Principais castas cultivadas em Bordeaux são: Cabernet Sauvignon, Merlot e Cabernet Franc.

As principais sub-regiões de Bordeaux são: Médoc, Saint Emilion, Pomerol, Graves, Entre-Deux-Mers (para vinhos brancos, porém não muito famosos) e Pessac-Leognan.

Borgonha: Região localizada ao sudeste de Paris, com vinhedos em Chablis e ao sul da cidade de Dijon, até próximo de Lyon. Produz grandes vinhos tintos com a cepa Pinot Noir e magníficos brancos de Chardonnay.

Champagne: Localizada na região das cidades de Reims e Epernnay, produz o vinho espumante mais famoso do mundo, a base de Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier.

Itália
Na Itália existem grandes extensões de vinhas, que vão do extremo norte até a Ilha da Sicília. As principais regiões são: Piemonte, Veneto, Friuli, Emilia-Romagna, Toscana, Puglia e as ilhas da Sicília e Sardegna. A Itália é um país propício ao cultivo de vinhas, pois tem clima e solo adequados e também características bem distintas em suas regiões o que faz com que seus vinhos se diferenciem de uma região para outra. Na tentativa de estabelecer melhores padrões para a classificação dos vinhos, o governo italiano criou em 1963 um sistema para diferenciar as diversas qualidades de vinhos tomando como base o sistema de classificação francês. Porém foi somente à partir de 1992, após a chamada lei Goria ( nome do Ministro da Agricultura da época) que realmente esta seleção passou a ser realmente respeitada. Isto foi fundamental para a elevação de qualidade dos vinhos italianos quando os produtores de vinhos passaram a reduzir a quantidade em favor da qualidade.

Classificação dos vinhos

Vino da Tavola (VdT): teoricamente os vinhos mais simples, às vezes na etiqueta encontramos apenas algumas indicações geográficas simples, e também pode aparecer a uva.

Indicazione Geográfica Típica (IGT): vinhos produzidos em determinadas regiões, com regras não tão rigorosas do que os das categorias superiores.

Denominazione di Origine Controllata (DOC): a mais importante, pois a maioria dos bons vinhos são desta classificação; às vezes traz no rótulo informações da comuna que foi feita o vinho.

Denominazione di Origine Controllata e Garantita (DOCG): topo da pirâmide; os vinhos submetem-se a exigências maiores, inclusive uma comissão que degusta todos os anos, podendo reprová-los. Quando isso acontece estes vinhos são vendidos sem a menção DOCG.


Espanha

A Espanha, como a maioria dos países da Europa, também tem tradição vinícola. Destina imensas áreas para o plantio de vinhas, porém sua modernização é recente. No ano 1970 foi criado o (INDO), Instituto Nacional de Denominacion de Origen. As regras da Espanha bem claras e descomplicadas. Joven: chamado “vino del ano”, engarrafado logo após a filtragem e clarificação Crianza: comercializado após envelhecido por dois anos, com o mínimo de seis meses em tonéis de carvalho. Reserva: Fica três anos na Bodega, com mínimo de 24 meses em tonéis de carvalho. É comercializado no 4º ano. Gran Reserva: Só safras ótimas. Fica 5 anos na Bodega, sendo 24 meses em tonéis de carvalho e 36 meses em garrafa. Comercializado no 6º ano. Regiões Vinícolas: As principais regiões são a Rioja, Ribeira del Duero, Catalunha e Jerez Rioja é famosa pelos vinhos finos. Ribera Del Duero, com seus vinhos potentes mas também muito elegantes. Catalunha pelas suas Cavas, grandes espumantes espanhóis. Jerez de la Frontera, talvez o vinho mais famoso da Espanha, alguns o consideram o estandarte do vinho Espanhol. A principal uva tinta é a Tempranillo que compõe a maior parte dos vinhos, com pequenos cortes de Garnacha. Hoje em algumas regiões já estão plantando uvas estrangeiras, como Cabernet Sauvignon, Merlot e Cabernert Franc.

Portugal


Historicamente, Portugal tem grande importância na vinicultura mundial, pois foi em 1756 que o Marquês de Pombal estabeleceu a 1ª região demarcada do mundo, o Douro, com a criação da Cia Geral de Agricultura das Vinhas do Alto Douro, atual Real Cia Velha, com o intuito de proteger a autenticidade do Vinho do Porto, com regras definidas, tentando evitar fraudes. O mais famoso vinho de Portugal é sem dúvida o Vinho do Porto, que na realidade leva este nome porque tinha na cidade do Porto seu principal canal de exportação sendo em Vila Nova de Gaia que os mesmos eram colocados em armazéns para envelhecer, pois o vinho na realidade é produzido na região do Douro. O Douro hoje não produz somente vinho do Porto, mas também ótimos vinhos de mesa. Por outro lado há quem diga que o vinho verde é o mais português dos vinhos. Bairrismos à parte, a verdade é que Portugal nos apresenta vinhos espetaculares. Outras regiões de muito destaque e qualidade são o Alentejo, o Dão, a Bairrada, a Extremadura, a Peninsula de Setúbal e a Ilha da Madeira. Portugal também tem um grande número de castas autóctones, inclusive algumas com nomes curiosos, como a Rabo de Ovelha, Bastardo, Donzelinho, Tinto Cão e Encruzado, entre muitas outras.


Foi descoberta no México quando, em uma plantação dos agaves, um raio caiu e partiu o coração da planta e o seu calor queimou o seu interior durante alguns segundos. Espantados , os nativos observaram que surgiu do seu interior um néctar aromático que foi bebido e reverenciado com medo por todos. Eles consideraram um presente dos deuses. Seu surgimento deu-se em meados do século XVIII.




Vodka é uma bebida destilada, conhecida por ser forte e transparente. Originária da Europa Oriental e possui teor alcóolico entre 35 e 60 % volume. A Vodka – agüinha em russo – é uma bebida mundialmente famosa por sua pureza e seu alto teor alcóolico. É um destilado obtido a partir de grãos ou tubérculos, sendo diluido em água até a concentração desejada. Popularmente a verdadeira vodka russa é aquela com 40% de teor alcóolico. As vodkas podem ser feitas de batata, centeio, milho e até arroz. Mas cada uma dessas matérias primas confere à bebida sabor e qualidade diferentes. Seu processo de produção é demorado e requer várias etapas, seguindo a seguinte ordem: obtenção do mosto, destilação, retificação, filtração e purificação. Após todas essas etapas, o produto final obtido é estremamente puro, de alta concentração alcóolica – basicamente álcool puro e água – e, geralmente , com odores. Por tal motivo, algumas vodkas passam pelo processo de aromatização. Existem vodkas com aroma de limão, laranja e até pimenta. Assim, após várias etapas de produção, obtém-se vários “estilos” de vodka, sendo classificados basicamente como: Ocidental, Polonês e claro Russo. Um por um, cada estilo tem particularidades. O ocidental prima pela pureza e claridade. Aroma neutro e um sabor de álcool limpo combinando à suavidade. A Polonesa é caracterizada pela pureza, mas cria uma vodka de sabor e aroma mais acentuados. Por fim o Russo. Resulta em bebidas suaves de sabor marcante e agradável, marcado por uma sensação de queimação depois de ingeridas.



O Whisky é a bebida espirituosa mais consumida no mundo inteiro. Isso quer dizer que toda a gente têm uma idéia do que é o Whisky ou melhor, do que ele “sabe”. É uma bebida alcóolica ( minimo 40% de álcool) , que resulta da destilação de cevada maltada ou de outros cereais que foram previamente dissolvidos em água e fermentados por ação de leveduras e que cumpriu um estágio mínimo de 3 anos em cascos de carvalho. Têm características organolépticas ( cor, aroma, sabor) facilmente identificáveis. O Whisky tem uma personalidade única e de múltiplas facetas, tal como o país onde nasceu. A beleza de seus lagos e montanhas , o caráter diferente de cada região, fazem da Escócia uma região de grande originalidade. A origem da destilaria é incerta, a única certeza é a primeira referência escrita acerca da fabricação de Whisky na Escócia, que data de 1494. Depois de séculos de destilaria clandestina, foi no século XIX que o scotch realmente expandiu. As primeras grandes marcas de blends e o dinamismo comercial de alguns negociantes, permitiram salientar a qualidade do whisky escocês, essencialmente face aos seus rivais irlandeses. O single malts, que apareceram no mercado no final dos anos 60, são os olhos dos apreciadores, os mais nobres de todos os whiskies. As destilarias de malte estão espalhadas por toda a Escócia, o que pelas diferenças geológicas e climatéricas explica a diversisdade dos sabores e dos aromas dos puros maltes. Essa riqueza e essa diversidade fazem da Escócia o país do whisky.
Fonte:

4 comentários:

Verônica Cobas disse...

Oi, Anna

Vou estrear os comentários falando de vinhos. Na verdade, falar de vinhos é coisa que me traz e oferece sempre prazer. Adoro a bebida e não sou uma conhecedora profunda, mas sim uma admiradora do sabor e das experiências gustativas que a bebida me oferece. Na minha lista pessoal, os vinhos espanhóis estão em primeiríssimo lugar. O sabor, o aroma, as várias potencialidades da uva tempranillo me são incrivelmente sedutores. Impossível resistir, especialmente aos que considero imbatíveis, como os Rioja. Meu top? Marqués de Riscal ( crianza ou reserva). Gosto muitos dos vinhos portugueses do Alentejo e dos argentinos e chilenos da uva Malbec. Na verdade, adoro vinhos encorpados, com aroma de barrica e cor rubi forte. Mas, também curto os bons e gelados brancos e tenho um fraco por bons espumantes. Enfim, gosto demais de usufruir com prazer e equilibrio das boas bebidas. bjs. Veronica

Katia Bonfadini disse...

Ana, que aula completa!!!! Eu gosto de vinho mas não conheço muita coisa... vou tentar aprender por aqui! Muito obrigada pelos comentários carinhosos no meu post de hoje! Um beijão!

KINHA disse...

Olá Ana!
Sobre sua pergunta sobre vestidos estampados. Estas imagens são de sites de lojas americanas, como FOREVER XXI, CHARLOTTE RUSSE,entre outras. Estampa está na moda e as lojas brasileiras, começam a receber as novas coleções de Primavera/Verão.
Moro em Curitiba, mas estou em Balneário Camboriú, Santa Catarina, que aliás é um shopping a céu aberto, está com suas vitrines lindas e com muitas estampas.
Obrigada por sua visita e comentários.
Beijo

Londrivinus disse...

Bom Dia!!!
Anna,
Adorei conheçer seu Blogg e ler seu artigo, parabéns.
Tenho um blogg da Londrivinus que é uma firma de representação de vinhos e produtos alimenticio nacionais e importados e eu gostaria que vc visita se o meu blogg pois podemos trocar várias ideias e conheçimentos.
Um grande abraço

Elisia